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Propostas para transformar Cotia e região
Compromisso com o Futuro de São Paulo
Nossa visão é construir um estado onde a justiça social e a dignidade humana sejam a base de todas as políticas públicas. Com propostas sólidas para a saúde, para as mulheres e para a periferia, buscamos transformar a realidade de quem mais precisa.

Nossas Propostas

Quem precisa de um médico especialista não pode esperar meses por uma consulta, um exame ou um diagnóstico. Para quem está doente, tempo de espera também é uma questão de saúde e de vida.
São Paulo já possui AMEs e outros serviços de atenção especializada. Também existem iniciativas na ALESP para ampliar unidades, criar novos AMEs e aumentar a oferta de atendimentos. Em 2025, por exemplo, emendas ao projeto de diretrizes orçamentárias defenderam a ampliação de novas unidades, de consultas e de serviços especializados. Em 2026, continuam sendo apresentadas indicações para implantação de AMEs em diferentes municípios.
Mas ainda falta uma política que olhe para o Estado inteiro e diga: onde existe falta de especialistas, fila excessiva ou demanda reprimida, o Estado precisa agir.
É isso que propomos com o Especialistas perto de você.
A proposta cria critérios para identificar as regiões que mais sofrem com a falta de atendimento especializado e estabelece que, quando o déficit for comprovado, o Estado deverá elaborar um plano para ampliar a oferta de consultas e serviços.
Isso poderá significar mais especialistas, mais consultas, ampliação dos ambulatórios existentes, novos serviços, atendimento regionalizado ou outras soluções adequadas à realidade de cada região.
Hoje, a Lei Estadual nº 17.745/2023 já garante mais transparência sobre as filas reguladas pelo CROSS. Nossa proposta vai além: quer transformar a informação sobre as filas em planejamento e ação para reduzir a espera.
Porque saber onde está o problema é importante. Mas resolver o problema é obrigação do poder público
Especialista Perto de Você

Saúde que cresce com a população
A população cresce, as cidades crescem, mas a saúde pública muitas vezes não acompanha. Quem paga essa conta é a população, enfrentando filas, demora para conseguir atendimento, falta de leitos e hospitais sobrecarregados.
São Paulo já possui políticas e regras que orientam o planejamento da saúde de acordo com as necessidades da população. Mas elas ainda não são suficientes para garantir que, quando uma região cresce, sua estrutura hospitalar cresça junto.
Nossa proposta é ampliar essa política para todo o Estado, criando critérios claros para que o crescimento da população e o aumento da demanda por atendimento sejam acompanhados pela expansão dos serviços de saúde.
Isso significa mais leitos, mais UTIs, mais atendimentos especializados e hospitais preparados para a realidade de cada região.
Porque ninguém deveria precisar viajar horas, esperar meses ou enfrentar um hospital lotado para conseguir o cuidado que precisa.
Defender uma saúde pública de qualidade é garantir que o SUS esteja preparado para cuidar das pessoas hoje e também do futuro.
Cidade que cresce precisa de saúde que cresce junto.
Saúde Pública

Direitos da Pessoa Idosa
Programa Estadual de Expansão e Universalização dos Centros-Dia e Centros de Convivência da Pessoa Idosa
Programa Estadual de Expansão e Universalização dos Centros-Dia e Centros de Convivência da Pessoa Idosa
Cuidar de quem envelheceu também é cuidar de quem cuida.
Envelhecer com dignidade é um direito. Mas muitas famílias ainda enfrentam uma realidade difícil: pessoas idosas que precisam de companhia, cuidados e atividades durante o dia, enquanto filhos, filhas e outros familiares precisam trabalhar e não podem deixar o idoso, vulnerável, sozinho.
São Paulo já possui uma política pública com Centros-Dia e Centros de Convivência para a Pessoa Idosa. O problema é que esses equipamentos ainda não chegam a todos os municípios e a todas as pessoas que precisam deles.
Por isso, nossa proposta é ampliar e fortalecer essa política, estabelecendo metas de expansão e garantindo recursos para que essa rede chegue a todos os territórios do Estado, em parceria com os governos municipais, com prioridade para as regiões que mais precisam.
Queremos espaços públicos onde as pessoas idosas possam passar o dia com segurança, participar de atividades físicas, culturais e educativas, conviver com outras pessoas, receber cuidados e preservar sua autonomia. Ao mesmo tempo, esses espaços ajudam as famílias, especialmente quem precisa trabalhar e não tem condições de pagar por um cuidador.
Não queremos que nenhuma pessoa idosa fique sozinha ou sem cuidado por falta de uma rede pública de apoio.
Defendemos um Estado que reconheça o envelhecimento como parte da vida e garanta cuidado, convivência, autonomia e dignidade para todas e todos.
Cuidar de quem envelheceu é cuidar de toda a família.

Direitos das Mulheres
Lei de resposta a violência - Se a violência aumenta, a resposta do Estado também aumenta
Combater a violência contra as mulheres é proteger vidas. E, quando os números mostram que a violência está aumentando, o Estado não pode continuar fazendo a mesma coisa.
São Paulo já possui legislação para produzir e organizar dados sobre a violência contra as mulheres e, desde março de 2026, conta também com um Plano de Metas Decenal de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar, que estabelece objetivos para a prevenção, o atendimento e o enfrentamento da violência.
Também já foram apresentados na Assembleia Legislativa projetos para criar e ampliar políticas estaduais de enfrentamento à violência contra as mulheres, como o PL 210/2024. Esse projeto propunha metas como reduzir feminicídios, estupros e violência doméstica, ampliar a fiscalização de medidas protetivas e fortalecer a rede de atendimento. Hoje, porém, ele está arquivado.
Nossa proposta parte do que já existe e dá um passo além.
Queremos criar uma Regra de Resposta à Violência contra as Mulheres: todos os anos, o Estado deverá analisar os principais indicadores de violência e, quando houver um agravamento relevante, será obrigado a revisar as metas e apresentar um plano de resposta para o ano seguinte.
Esse plano deverá indicar quais ações serão intensificadas, quais serviços precisam ser ampliados, quais regiões devem ser priorizadas e quais recursos serão necessários para enfrentar o problema. O Governo também deverá prestar contas à Assembleia Legislativa e à sociedade sobre o que foi planejado e o que foi efetivamente realizado.
A lógica é simples: se a violência aumenta, a resposta do Estado também precisa aumentar.
Não queremos apenas contar quantas mulheres foram vítimas. Queremos que cada número gere uma ação concreta: mais prevenção, mais proteção, mais atendimento e mais estrutura para quem precisa.
Porque por trás de cada estatística existe uma mulher, uma mãe, uma filha, uma irmã. Existe uma vida.
Dados precisam gerar ação. E a violência precisa gerar uma resposta à altura.